Primavera

Aos poucos as flores preenchem a alma. Brotinhos inimagináveis a despertarem, como a seguirem comandos de um majestoso regente.

A chuva visita, sem avisos prévios, os dias que revezam entre sóis e nuvens. Ela, por vezes, destrói algumas florezinhas tímidas, entristecendo o solo do coração.

Sem demora, porém, resplandece o arco-íris, e outras flores se fazem mais belas pela nutrição decorrente da mesma água que outrora rasgava pétalas e caules.

O sol retoma seu posto estrelar, sem o estupor dos dias quentes, mas radiante. O vento suspira, sereno, e solfeja melodias suavemente… só para aqueles que pararem para o sentir.

É primavera: de tristeza doce e alegria bela. De alma florescente e esperança sincera. De singular encanto.

Dos pássaros do céu e dos lírios do campo.

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Marina Soares

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