Auto-amor

Reconhece e aceita as próprias imperfeições, sem dar a elas maior valor do que merecem colocando-as no pedestal da auto-piedade. Elas são sinais preciosos para a reeducação de si mesmo na conduta evangélica, então não as mascare fingindo ser o que você não é. Aceitar a própria condição interior é a única forma de modifica-la. Esforce-se na vivência do equilíbrio entre o que você quer ser e o que você pode oferecer atualmente, trabalhando incessantemente no auto-aperfeiçoamento real.
Você conhecerá a bela realidade das sublimes palavras do Mestre: “Amarás a teu próximo como a ti mesmo”; pois quanto mais conhecemos sobre nós, mais facilmente perdoamos as dificuldades alheias, uma vez que sentimos e sabemos como é doloroso o peso das consequências de nossas más ações e podemos ter empatia com o sofrimento do outro. “O amor universal deve começar dentro de nós” para que sejamos luzes acesas em nosso caminho e no de tantas outras pessoas!
Não é fácil preferir se amar a se envaidecer; tampouco escolher se perdoar a se martirizar ou se responsabilizar a se culpar. É extremamente difícil e d-o-l-o-r-i-d-o-!- abrir mão dos hábitos enraizados no conformismo e na preguiça, nas ilusões do ego e nas dissimulações do medo de encarar a realidade.
A cada segundo em que você se ama verdadeiramente, você está consciente do que significa ser filho de Deus.

Texto de 27 de janeiro de 2013, mas poderia ter sido escrito hoje :)

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