Publicado por: mayfeel em: maio 23, 2010
Buscamos uma liberdade insensata. Lutamos tanto por uma desculpa para nos libertarmos das amarras que criamos e sustentamos que não nos damos conta de que vivemos numa prisão ilusória. O livre-arbítrio está impregnado em nossas veias e somos, portanto, autores de e responsáveis por tudo que passamos.
A realização de vontades, ainda que essencial, não trabalha quem somos. É apenas doce que nos alegra o dia. O sofrimento contínuo, que é também opcional, não nos engrandece ou nos torna mais dignos de algo. Ele apenas nos acomoda no conforto da depressão. Deduzindo que evoluímos, arquitetamos labirintos onde nos enfiamos e nos perdemos. E sentamos e choramos e esperneamos sem entender como fomos parar ali.
Esquecemos o mais importante, ao mesmo tempo em que nos distraímos pegando caminhos errôneos, que fazem a saída parecer cada vez mais inacessível; somente o amor nos liberta. O amor que recebemos é como lua que clareia a mais escura noite. Mas o amor que emanamos… este é rei Sol capaz de possibilitar vida e de iluminar toda uma galáxia, incluindo a lua.
E esta é a verdadeira liberdade: a que vivemos quando nos desprendemos do que há de ruim em nós mesmos.
Fantástico. Vc escreve muito bem!
que coisa. não queria abrir os comentário de jeito nenhum… enfim, odeio essa coisa de responsabilidade… quando estou numa furada, saber que a culpa é toda minha… tão fácil jogar a culpa nos outros, tão difícil admitir os erros…. vida sofrida…
bjusss
vc n me conhece , nem eu te conheço … ehehhe
tava passeando pelos blogs e li o seu,
gostei do seu estilo de escrita , bem introspectivo, tento fazer isso em alguns textos tb .
… soh pra avisar que postei um texto novo la no blog,
se vc leu a primeira parte da novela vai querer saber o resto.
Depois de ler este post tão suave e profundo ao mesmo tempo, creio que não erro se disser que seu caminho profissional se aproxima da Psicologia, Nina!
Bom, pode nem ser, mas penso que você iria se dar muito bem nessa área.
Ou eu ando influenciado pelas minhas releituras de Gandhi, pode ser!
Bjoo!!
maio 23, 2010 às 6:27 pm
Que bom que você entendeu! eeeeeeee